DuData · Creative Data and AI for Brands

Dado bruto não é entrega.

Este documento existe para você saber, antes de trabalhar com a gente, como a DuData pensa, como conduz um projeto e o que espera de si mesma em cada entrega.

Manifesto
A tese

Existe uma distância entre ter o dado e saber o que fazer com ele. Boa parte do mercado atravessa essa distância entregando volume: mais fonte, mais gráfico, mais slide.

A gente nasceu do outro lado. Trata dado como matéria-prima e decisão como produto final.

O que segue não é uma lista de valores. É a descrição da excelência: os códigos que governam toda entrega, o arco que todo estudo percorre, o que acontece depois que você diz sim e as quatro coisas que a gente recusa fazer, mesmo quando pedem.

Os códigos

Como a gente pensa

Oito princípios que valem para qualquer trabalho que sai daqui, do estudo de duzentas menções ao projeto de um ano. Cada um vem com a consequência prática para você.

Excelência

Criatividade sem dado é palpite. Dado sem criatividade é planilha.

Nosso trabalho vive na costura entre os dois. Não é ciência de dados com verniz de criação, nem criação com dado de enfeite.

Na práticaO mesmo time que roda a análise escreve a narrativa. Não existe passagem de bastão entre quem apura e quem conta.
Pergunta

A pergunta vale mais que o painel.

Antes de qualquer coleta, a gente briga pela pergunta certa. É ali, e não na análise, que a entrega inteira se decide.

Na práticaA primeira conversa é sobre a decisão que você precisa tomar, não sobre a ferramenta que vamos usar.
Rigor

Rigor é a forma mais alta de respeito.

Deduplicar o corpus. Corrigir a query contaminada. Refazer quando o dado não fecha. Ninguém vê esse trabalho, e é exatamente por isso que ele importa.

Na práticaNenhum número chega até você sem ter passado por conferência. Quando um recorte não se sustenta, ele não vira slide.
Real

Trabalhamos só com o real.

Nenhum número inventado. Nenhuma estimativa disfarçada de fato. Quando não sabemos, dizemos que não sabemos. Confiança se constrói devagar e se perde uma vez só.

Na práticaDado, evidência, interpretação e hipótese aparecem separados e rotulados. Você sempre sabe o que é medição e o que é leitura nossa.
Decisão

A gente não entrega número. Entrega decisão.

Todo estudo termina onde você começa: no que fazer na segunda de manhã. Por isso o nosso método não para em descrever. Ele termina em encaminhar.

Na práticaToda recomendação sai com dono sugerido, prazo e critério de sucesso. Sem isso, é opinião.
Autoria

Toda entrega tem dono.

Não existe relatório genérico saindo daqui. Existe sempre alguém que pensou, escolheu, cortou e assinou. Trabalho sem dono é trabalho sem cuidado.

Na práticaVocê conversa com quem construiu o estudo, não com quem foi designado para apresentá-lo.
Corte

Cortar é parte da excelência.

O que fica de fora define a entrega tanto quanto o que fica dentro. Trinta e sete slides que importam valem mais que cem que ocupam espaço.

Na práticaO que não aparece foi decidido, não esquecido. E a gente consegue justificar cada corte.
Julgamento

IA amplia o método. Não substitui o julgamento.

Usamos a melhor tecnologia disponível para ir mais longe, mais fundo e mais rápido. A decisão sobre o que aquilo significa continua sendo humana.

Na práticaA máquina acelera coleta, classificação e cruzamento. A leitura final é escrita por alguém que assina embaixo.
A excelência

Como a gente trabalha

DECIDE é o arco que todo estudo nosso percorre, do social listening ao relatório pós-campanha. Ele existe para que a entrega não pare no diagnóstico, que é onde a maioria para.

01

Descrever

O que está acontecendo. Recorte, corpus, volume e o retrato do período. Ainda sem interpretação, porque misturar as duas coisas é como quase todo erro de análise começa.

02

Explicar

Por que está acontecendo. Gatilho, causa provável e contexto. Aqui separamos o que é sazonal, o que é reação a algo específico e o que é movimento de fundo.

03

Comparar

Como isso se compara. Período anterior, concorrência, categoria. Número sozinho não é bom nem ruim, só é. A comparação é o que transforma medida em avaliação.

04

Interligar

O que conversa com o quê. Conversa social, performance de campanha, sinal de mercado e movimento de concorrente cruzados na mesma leitura. É onde o trabalho deixa de ser relatório e vira inteligência.

05

Desenhar cenários

O que pode acontecer. Caminhos possíveis com implicação e grau de confiança declarado. Cenário não é previsão, é preparo.

06

Encaminhar decisão

O que fazer. Recomendação com prioridade, responsável sugerido, prazo e critério de sucesso. Esta etapa não é opcional e não é apêndice. É o motivo de existir das cinco anteriores.

Um estudo que termina em descrever é um relatório. Só vira entrega quando chega em encaminhar.

O rito de entrada

O que acontece depois do sim

Todo projeto novo entra pelo Método ENTRADA, a governança que a gente usa internamente para não começar trabalho mal enquadrado. Do seu lado, ele aparece assim.

01

Enquadramento

A pergunta de negócio antes de qualquer fonte. Se ela não estiver clara, nada depois vai estar.

02

Validação

Checamos se existe base para responder o que foi pedido. Quando não existe, a gente diz antes, não no meio.

03

Desenho

Recorte, fontes, método, formato e prazo combinados por escrito. É o contrato do trabalho, não do contrato jurídico.

04

Execução

Com pontos de checagem no caminho. Você vê o raciocínio se formando, em vez de receber uma surpresa no fim.

05

Encaminhamento

A entrega e o que ela pede de decisão. Fica registrado o que foi recomendado e sob qual critério ela deve ser avaliada depois.

Esse rito serve para uma coisa só: eliminar a chance de a gente entregar bem a resposta errada. É o erro mais caro que existe nesse trabalho, e o único que nenhum rigor de análise conserta depois.

Onde o trabalho vive
DuData

Onde o método nasce

Sob medida, no atrito com o seu problema real. É aqui que a gente testa, ajusta e descobre o que funciona antes de qualquer um saber que funciona.

É trabalho de ateliê: pensado por pessoas, para um contexto específico, com autoria.

PathData

Onde o método dura

O que se provou vira forma durável: o Console, as ferramentas, os formatos recorrentes. Suas entregas deixam de ser arquivos soltos e passam a ser um acervo que você consulta e compara.

Não é a versão simplificada do serviço. É a versão que continua funcionando sem a nossa mão em cima.

As recusas

O que a gente não faz

Uma casa se define tanto pelo que assina quanto pelo que devolve. Estas quatro estão aqui para você saber de antemão, e não descobrir no meio do projeto.

Entregar volume no lugar de leitura

Não competimos por número de páginas, de fontes ou de gráficos. Se der para responder em doze slides, serão doze.

Aceitar projeto que a gente não sabe fazer bem

Preferimos indicar quem faz melhor a aprender no seu orçamento. Repertório fechado e bem executado vale mais que catálogo largo.

Prometer prazo que não conseguimos cumprir

Coisa bem feita leva o tempo que leva. A gente combina o prazo real no começo e avisa antes quando ele muda, em vez de improvisar no fim.

Criar dependência como estratégia

Um bom trabalho nosso faz você precisar menos da gente nas perguntas simples e mais nas difíceis. Dependência não é retenção.